domingo, 1 de setembro de 2019

Defesa Civil alerta sobre risco de chuvas intensas e ventos fortes nos próximos dias



A Defesa Civil do Estado de São Paulo emitiu no último sábado (31) alerta de tempestade para as cidades da Baixada Santista entre este domingo (1º) até a próxima quinta-feira (5). De acordo com o órgão, há previsão de chuvas intensas (entre 50 e 100 milímetros) e ventos fortes. 
O comunicado destaca risco de deslizamento de terra, desabamentos e alagamentos em diversas áreas. As chuvas podem chegar a 100 milímetros na Baixada Santista, Litoral Norte, Vale do Ribeira e Grande São Paulo.
O volume de chuva foi previsto por conta da passagem de uma frente fria, que também derrubou as temperaturas na tarde de o sábado (31). Foram registrados ainda ventos de 80 km/h na entrada do canal do Porto.

sábado, 31 de agosto de 2019

Primeiras unidades do Parque da Montanha devem ser entregues no início de 2020



Das 574 unidades habitacionais do Parque da Montanha, que vêm sendo recuperadas pela Prefeitura de Guarujá, desde o ano passado, 180 estão em fase adiantada de obras e deverão receber seus primeiros ocupantes no início do ano que vem. O empreendimento vai beneficiar, no total, 1.962 famílias, oriundas da Prainha e Sítio Conceiçãozinha, em Vicente de Carvalho.

O conjunto habitacional Parque da Montanha, que está localizado no final da Avenida Prefeito Raphael Vitiello, na região da Vila Edna, teve sua produção habitacional retomada no ano passado, depois de ficar mais de uma década paralisada.

A obra, sob a gestão da Secretaria de Habitação (Sehab) e fiscalizada pela Secretaria de Infraestrutura e Obras (Seinfra), foi adotada como prioridade pela atual administração municipal, que retomou a recuperação das moradias, que estavam depredadas por conta de vandalismo.

Na terça-feira (27), o prefeito Válter Suman vistoriou as obras, acompanhado de técnicos das duas secretarias. Na oportunidade, o prefeito destacou o empenho do governo em promover ações efetivas para suprir a carência de moradias na Cidade.

“As novas unidades vêm atender a grande demanda de famílias que necessitam de moradia digna para uma melhor qualidade de vida. Estamos encarando os desafios da carência de habitação, com muito trabalho e comprometimento, em busca de recursos e planejamento para dar uma melhor qualidade de vida para as famílias, que hoje vivem em situação desfavorável na região da Prainha, Marezinha e Aldeia. Com muita determinação, estaremos entregando as primeiras 180 unidades na primeira quinzena de janeiro de 2020”, anunciou o chefe do Executivo.



Infraestrutura

Paralelo à produção habitacional, as obras de infraestrutura do Parque da Montanha seguem em ritmo acelerado, com quase 90% dos serviços concluídos. As ruas principais do conjunto já foram pavimentadas, totalizado cerca de 10 mil metros quadrados de asfalto; e as vias menores receberam bloquetes sextavados. De acordo com técnicos da Seinfra que acompanham a obra, agora só falta realizar a sinalização viária horizontal e vertical.

Toda a rede de distribuição e adução de água já está concluída, assim como o recalque da rede de esgoto, faltando apenas finalizar a parte eletromecânica da Estação Elevatória de Esgoto, algumas conexões e a ligação na rede principal da Sabesp.

Na atual fase, a rede de abastecimento de água está sendo testada quanto a vazamentos e posterior limpeza. Ainda conforme a Seinfra, o esgotamento sanitário só será  ligado quando a estação elevatória estiver pronta. A obra está em fase final e, agora, faltam apenas alguns serviços de drenagem, sinalização e canalização de valas.

Recursos

Em janeiro deste ano, o prefeito Válter Suman oficializou o financiamento de recursos na ordem de pouco mais de R$ 63 milhões para a área habitacional. Os recursos foram financiados por meio do Programa de Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa), liberados para o Município no  decorrer deste ano e de 2020.

Parte desse montante é destinada para as obras de infraestrutura urbana e produção habitacional do Parque da Montanha, que integra a terceira etapa do Projeto Favela Porto Cidade, com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento 1 (PAC1) da Secretaria Municipal de Habitação.


quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Estudantes tomam posse e iniciam mandatos no Parlamento Jovem


O plenário da Câmara Municipal de Guarujá oficializou, na noite desta terça-feira (27), a posse de 15 vereadores juvenis que foram eleitos para compor o Parlamento Jovem. Até o final do ano, eles deverão apresentar projetos que atendam as demandas dos jovens - e que poderão se tornar leis municipais.

Os candidatos foram escolhidos através de eleições, que reuniram mais de 2 mil estudantes de escolas municipais e estaduais - todos de turmas do 9º ano do Ensino Fundamental. Cada unidade participante teve um representante eleito, que, a partir de agora, vai trabalhar para atender suas reivindicações.

Também foram eleitos suplentes para cada um dos 15 vereadores juvenis. Esses também tomaram posse nesta terça-feira (27), juntamente com os titulares das cadeiras. Na ausência ou desistência de algum mandatário, os suplentes assumem a vaga que eventualmente for deixada.

OBJETIVO E TREINAMENTO
A iniciativa, capitaneada pela Escola do Legislativo de Guarujá (ELG), tem por objetivo trabalhar o exercício da cidadania entre jovens que estão na faixa etária de 14 a 18 anos. Na semana passada, titulares e suplentes passaram por um treinamento, na Câmara Municipal de Guarujá.

As atividades preliminares ocorreram nos dias 21 e 22. "Mostramos as dependências no Legislativo; explicamos o funcionamento da sessão de posse; explicamos o funcionamento dos trabalhos das comissões e, sobretudo, auxiliamos no conteúdo dos discursos e das propostas que pretendem apresentar", explica Estevam Francischini Júnior, diretor da ELG.


CALENDÁRIO 
Realizada a posse, outros quatro encontros ocorrerão nos meses de setembro (dias 5 e 25) e outubro (dias 7 e 9), mas, desta vez, com foco na formação dos vereadores juvenis. Já no dia 10/10 haverá uma sessão deliberativa, quando os vereadores juvenis apresentarão seus projetos e votarão cada uma das propostas. 

"Durante esse período, eles aprenderão, na prática, como funciona o Legislativo Municipal; vivenciarão como se desenvolvem as relações entre o poder público e a comunidade, além de poderem avaliar o papel do vereador e sua importância", complementa o diretor da ELG.

MANDATOS
O mandato dos vereadores juvenis vai até o final deste ano. Todos os projetos que forem aprovados serão depois encaminhados à Mesa Diretora da Câmara Municipal que, por sua vez, poderá encampá-los, tornando-os de fato válidos e passíveis de promulgação.

CANDIDATURAS
As candidaturas foram definidas ao longo do último mês de maio, quando representantes da Escola do Legislativo de Guarujá (ELG) estiveram nas escolas participantes. Eles explicaram aos alunos sobre como funciona o projeto e a sua importância. E os postulantes interessados registraram suas chapas, anunciaram suas plataformas e fizeram suas respectivas campanhas. 

SAIBA MAIS
A criação do projeto 'Parlamento Jovem' foi aprovada pelos vereadores guarujaenses em novembro 2018. A iniciativa segue moldes já adotados com sucesso em São Paulo, Belo Horizonte, Jundiaí, Votuporanga, dentre centenas de outras localidades.

Nesta primeira edição participam as seguintes escolas: EM Benedict Bilac (Perequê); EM Maria Aparecida Araújo (Morrinhos II); EM Dirce Valério (Tejereba); EM 1º de Maio (Jd. Boa Esperança); EM Ramos Camargo (Morrinhos III); EM Francisco Figueiredo (Santa Clara); EM Lúcia Flora (Jd. Progresso); EM Napoleão (Jd. Maravilha) EM Ivonete da Silva (Jd. Conceiçãozinha); EM Benedito Cláudio (Vila Alice); EM Lucimara de Jesus, (Santa Rosa); EM Gladston Jafet (Vila Ligia); E.E. Paulo Clemente Santini (Jardim Praiano); E.E Prefeito Domingos de Souza (Jardim Santa Maria) e E E Profa Lamia Del Cistia (Vila Aurea).

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Programa garante assistência de saúde, no pré-natal, parto e pós-parto para mãe e bebê


Gerar uma vida é algo complexo e que precisa de assistência durante todo o processo. A Lei Municipal Nº 4129/2014 garante isso. O Programa de Proteção da Saúde da Gestante e do Recém-Nascido no Município de Guarujá dá o direito a assistência de saúde, no pré-natal, parto e pós-parto, tanto para mamãe quanto para o bebê. Mais informações, acesse: http://leismunicipa.is/paucb

sábado, 24 de agosto de 2019

Lei garante prioridade para portadores de câncer no atendimento de unidades de saúde do município


O processo de recuperação de algumas enfermidades é delicado e, às vezes, uma verdadeira corrida contra o tempo. É por isso que o "Programa Fila Zero", instituído pela Lei Municipal Nº 4610/2019, garante prioridade para portadores de câncer no atendimento de unidades de saúde do município de Guarujá. Confira aqui os detalhes dessa medida. Acesse: https://bit.ly/30z4z86

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

TRF revoga prisão temporária de Marcelo Squassoni


O Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região, em São Paulo, concedeu na noite desta sexta-feira (23) habeas corpus (HC) para as 19 pessoas presas na quinta-feira (22) pela Polícia Federal na Operação Círculo Vicioso, que representa a 2ª fase da Operação Tritão, que apura fraude em contratos e licitações da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), que administra o maior complexo portuário do país, o Porto de Santos. Entre os investigados, está o ex-deputado federal Marcelo Squassoni (PRB-SP).
A prisão dos envolvidos foi revogada pelo desembargador Nino Oliveira Toldo. Com a decisão, a expectativa é que todas as 19 pessoas detidas sejam liberadas ainda na noite desta sexta-feira da Superintendência da Polícia Federal, na Capital. Além de Squassoni, ex-deputado federal e ex-vereador de Guarujá, os demais envolvidos são ex-diretores da estatal, servidores e empresários, todos detidos para prisão preventiva, válida por cinco dias.
O pedido da defesa dos detidos na operação foi aceito pelo magistrado, que afirmou não encontrar justificativas para que ocorresse a decretação de prisão temporária para obter novas provas relacionadas com a operação. O desembargador federal atendeu ao pedido de HC de Francisco José Adriano, um dos detidos pela PF e ex-diretor da Codesp, mas estendeu a decisão aos demais envolvidos.
Segundo a Polícia Federal, Squassoni liderava o esquema de fraudes e corrupção na estatal que administra o Porto de Santos. Agentes federais estiveram em sua residência, em Guarujá, onde o político não estava. No entanto, ele foi encontrado na Capital e se apresentou à Superintendência da Polícia Federal.
Círculo Vicioso
A ação foi deflagrada na manhã de quinta-feira e é resultado do trabalho conjunto da PF, Ministério Público Federal (MPF), Controladoria Geral da União e Receita Federal. Houve, também, colaboração da atual direção do Porto de Santos. O ex-deputado federal Marcelo Squassoni e outras 18 pessoas, entre diretores e servidores da Codesp, foram detidos.
Foram expedidos, pela 5ª Vara da Justiça Federal de Santos, 21 mandados de prisão temporária e 24 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Santos, Guarujá, Ilha Bela, Bragança Paulista e Serra Negra, no Estado de São Paulo, Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, e em Fortaleza, no Ceará.
Todos os presos foram levados para a Delegacia da Polícia Federal em Santos. Durante o dia, passaram por audiência de custódia com o juiz Roberto Lemos Filho, da 5ª Vara Federal.
Segundo o MPF, Squassoni, no exercício do mandato de deputado federal – e, antes, ao presidir a Câmara Municipal de Guarujá –, participou das fraudes investigadas. De acordo com o inquérito, o ex-parlamentar foi o responsável pela indicação de membros da antiga diretoria da Codesp, que viabilizaram o esquema, copiado de um esquema aplicado no Legislativo de Guarujá.
As irregularidades envolvem o direcionamento de licitações em troca de vantagens ilícitas, como o pagamento de propinas e a liquidação de despesas pessoais dos envolvidos. Entre empréstimos e bens utilizados, o ex-deputado teria recebido R$ 1,6 milhão.
O nome do ex-parlamentar já havia aparecido na 1ª fase da Operação Tritão, deflagrada em outubro do ano passado. Na ocasião, os investigadores apreenderam um cheque de R$ 200 mil assinado pelo então deputado na casa do empresário Mario Jorge Paladino, investigado por irregularidades em contratos no Porto de Santos. À época, ele alegou que se tratava de pagamento de campanha não realizado.
Sobre a operação
Com base em elementos de prova obtidos quando da deflagração da Operação Tritão, depoimentos prestados em colaboração premiada e diante de informações fornecidas por membros da atual diretoria da empresa, a PF detalhou e esclareceu as fraudes inicialmente investigadas, além de outras que permaneceram sendo executadas mesmo após a prisão de alguns membros da organização criminosa.
Além do ex-deputado e de ex-integrantes da cúpula da Codesp, os mandados atingem empresários e as sedes das companhias beneficiadas. Uma delas recebeu, ao longo de 10 anos, mais de R$ 100 milhões em contratos para a prestação de serviços de segurança no Porto de Santos, por meio de sucessivas prorrogações irregulares desde 2008. Outra foi contratada no ano passado por R$ 2,7 milhões para o monitoramento do terminal por drones, embora a atividade fosse desnecessária e a firma não estivesse habilitada para executá-la.
Aos investigados, estão sendo imputados os crimes de organização e associação criminosa; fraude a licitações e corrupção ativa e passiva, sem prejuízo de eventuais outras implicações penais que possam surgir no decorrer das investigações.
Resposta dos citados
Marcelo Knopfelmacher, advogado do ex-deputado Marcelo Squassoni, considerou a prisão "descabida e desnecessária", e disse que "não há fatos novos que justifiquem a medida". Ele afirmou que vai solicitar a revogação da prisão na Justiça.
Em nota, a atual diretoria da Codesp informou que não comentará assuntos relacionados à operação “Círculo Vicioso”, conduzida pela PF.
"A atual diretoria vem implementando ações pautadas em transparência e nas melhores práticas de gestão e governança, inclusive, contribuindo com órgãos de investigação e fiscalização, além de adotar medidas como o rompimento de contratos com irregularidades e a obrigatoriedade de que novas contratações tenham cláusula anticorrupção", declarou a estatal.





quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Ex-deputado Marcelo Squassoni é preso em operação que apura fraudes na Codesp


A Polícia Federal em São Paulo prendeu o ex-deputado federal Marcelo Squassoni (PRB/SP), um dos alvos da Operação Círculo Vicioso, 2ª fase da Operação Tritão, que apura fraude em contratos da Companhia Docas do Estado de São Paulo, a Codesp, estatal que administra o Porto de Santos, o maior do país. 
A ação foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (22) e é resultado do trabalho conjunto da PF, Ministério Público Federel (MPF), Controladoria Geral da União e Receita Federal. Houve, também, colaboração da atual direção do Porto de Santos. Outros 18 investigados também foram detidos.
Foram expedidos, pela 5ª Vara da Justiça Federal de Santos, 21 mandados de prisão temporária e 24 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Santos, Guarujá, Ilha Bela, Bragança Paulista e Serra Negra, no Estado de São Paulo, Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, e em Fortaleza, no Ceará.
Todos os presos foram levados para a Delegacia da Polícia Federal em Santos. Durante o dia, passaram por audiência de custódia com o juiz Roberto Lemos Filho, da 5ª Vara Federal.
Segundo o MPF, Squassoni, no exercício do mandato de deputado federal – e, antes, ao presidir a Câmara Municipal de Guarujá –, participou das fraudes investigadas. De acordo com o inquérito, o ex-parlamentar foi o responsável pela indicação de membros da antiga diretoria da Codesp, que viabilizaram o esquema, copiado de um esquema aplicado no Legislativo de Guarujá.
As irregularidades envolveram o direcionamento de licitações em troca de vantagens ilícitas, como o pagamento de propinas e a liquidação de despesas pessoais dos envolvidos. Entre empréstimos e bens utilizados, o ex-deputado teria recebido R$ 1,6 milhão.
O nome do ex-parlamentar já havia aparecido na 1ª fase da Operação Tritão, deflagrada em outubro do ano passado. Na ocasião, os investigadores apreenderam um cheque de R$ 200 mil assinado pelo então deputado na casa do empresário Mario Jorge Paladino, investigado por irregularidades em contratos no Porto de Santos. À época, ele alegou que se tratava de pagamento de campanha não realizado.
Sobre a operação
Com base em elementos de prova obtidos quando da deflagração da Operação Tritão, depoimentos prestados em colaboração premiada e diante de informações fornecidas por membros da atual diretoria da empresa, a PF detalhou e esclareceu as fraudes inicialmente investigadas, além de outras que permaneceram sendo executadas mesmo após a prisão de alguns membros da organização criminosa.
Além do ex-deputado e de ex-integrantes da cúpula da Codesp, os mandados atingem empresários e as sedes das companhias beneficiadas. Uma delas recebeu, ao longo de 10 anos, mais de R$ 100 milhões em contratos para a prestação de serviços de segurança no Porto de Santos, por meio de sucessivas prorrogações irregulares desde 2008. Outra foi contratada no ano passado por R$ 2,7 milhões para o monitoramento do terminal por drones, embora a atividade fosse desnecessária e a firma não estivesse habilitada para executá-la.
Aos investigados estão sendo imputados os crimes de organização e associação criminosa; fraude a licitações e corrupção ativa e passiva, sem prejuízo de eventuais outras implicações penais que possam surgir no decorrer das investigações.
Resposta dos citados
Marcelo Knopfelmacher, advogado do ex-deputado Marcelo Squassoni, considerou a prisão "descabida e desnecessária", e disse que "não há fatos novos que justifiquem a medida". Ele afirmou que vai solicitar a revogação da prisão na Justiça.
Em nota, a atual diretoria da Codesp informou que não comentará assuntos relacionados à operação “Círculo Vicioso”, conduzida pela PF.
"A atual diretoria vem implementando ações pautadas em transparência e nas melhores práticas de gestão e governança, inclusive, contribuindo com órgãos de investigação e fiscalização, além de adotar medidas como o rompimento de contratos com irregularidades e a obrigatoriedade de que novas contratações tenham cláusula anticorrupção", declarou a estatal. (Com informações do G1)