segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Decreto garante gratuidade no transporte público a partir de 60 anos


Diferente da maioria das cidades do País, em Guarujá os usuários do transporte público têm direito a gratuidade tarifária a partir dos 60 anos - e não aos 65 anos. Pessoas nessa faixa etária, ou acima dela, podem utilizar o serviço sem qualquer custo. É o que garante o Decreto Nº 8.840. Quer saber mais? Acesse: https://bit.ly/2KNIayM

sábado, 14 de setembro de 2019

Lei garante presença de acompanhante em consulta médica


A presença de um acompanhante, em consultas médicas, além de dar amparo ao paciente, também pode auxiliar no diagnóstico médico, assim como no tratamento indicado. Por isso a Lei Municipal Nº 4.429 garante esse direito, nas unidades de saúde de nosso Município. Quer saber mais sobre? Acesse: https://bit.ly/2rnpUlh

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Ponte sobre o canal do Estuário pode trazer prejuízos às operações portuárias



A possível construção de uma ponte para ligar a região de Santos ao Guarujá poderia trazer prejuízo às operações do porto de Santos, levantando riscos até de acidentes nas imediações. As ponderações foram feitas por especialistas e representantes do setor, durante evento promovido pela Fiesp na terça-feira (10) para debater as soluções para a ligação seca na região, sonho antigo dos moradores.
“Muito se fala sobre a altura da estrutura (que vai ter 85 metros no vão central), mas a nossa maior preocupação é no espaçamento entre os pilares”, defendeu a diretora de infraestrutura da Companhia Docas do Estado de São Paulo (CODESP), Jennyfer Tsai. Ela destacou que, diferentemente da ponte Rio-Niteroi, que é ponto de passagem, a área em que a ponte seria construída fica em região de manobra.
“Hoje o canal de navegação tem 220 metros em maior parte. Mas a ultima campanha feita pelo ministério já colocou 350 metros”, disse, defendendo que a tendência é chegar aos 370 metros nas principais curvas.
Segundo Jennyfer, ainda que a ponte tenha estruturas de proteção o casco do navio pode ser danificado, comprometendo toda a operação. “Isso traz risco, uma vez que fecha o porto”, afirmou.
De acordo com Clythio van Buggenhout, presidente do Conselho Deliberativo da ABTP, o que normalmente existe depois das primeiras pontes nesta característica são operações de embarcações secundárias, não navios de grande porte.
“Com aumento da restrição, ainda que não haja restrições com altura, aumenta a estatística de um incidente qualquer. Um acidente com ou sem derramamento de poluentes vai implicar em aumento de custos por parte operacional. Sabemos como é isso. Eu, como oficial da marinha, sei que a corporação foca corretamente na segurança na navegação”, disse.
A nova proposta prevê um túnel otimizado, ao custo de R$2,5 bilhões (por meio de redução sobretudo nas desapropriações) com ligações perimetrais – com projeto ainda em andamento – no valor de R$ 1 bilhão. “Se a dificuldade for meramente financeira, podemos destacar técnicos. A gente quer tirar o projeto do papel e identificar o que pode ser otimizado” disse Tsai.
O Governo do Estado de São Paulo, na gestão anterior, fez a opção pelo túnel. Já nesta gestão, fez-se a opção pela ponte.
A ponte projetada pela Ecovias, que é a concessionária do Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), principal ligação entre a região metropolitana de São Paulo e o Porto de Santos, terá 7,5 quilômetros de extensão entre Santos e Guarujá. Em troca, o governo estenderia o contrato de concessão da Ecovias, que vigora até 2026.
A empreitada da gestão de João Doria de fazer uma ligação seca – atualmente o trajeto pode ser feito por balsas – está longe de ser uma briga nova. Há mais de 90 anos, diversos governos tentaram avançar com o projeto, mas sem sucesso.


Sindicato
O Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de São Paulo (Sopesp) ainda não tomou uma posição sobre o que fazer na região.
“A Sopesp não tem posição definida. Adota uma posição de neutralidade. Mas isso não implica dizer que estamos fora da discussão. Queremos participar ativamente. Temos o maior interesse em termos efetivamente um porto adequado para atender toda a demanda do setor”, disse o diretor executivo do sindicato, José dos Santos Martins.
Segundo o diretor, o grande desafio das autoridades agora é tomar uma posição técnica para avançar no projeto o quanto antes. “No último workshop, em Santos, tivemos apenas o debate da ponte. Hoje, tivemos a apresentação completa, com ponte e túnel”, defendeu.
Já o diretor executivo de concessões estaduais da Ecovias, Rui Juarez Klein, defendeu a construção.
“As manobras que ocorrem por baixo da ponte respeitam as estruturas já existentes e futuras. A ponte só se harmoniza a essas restrições”, disse, ao responder questionamentos de riscos diante da instalação da estrutura.
Para a diretora da Codesp, Jennyfer Tsai, mesmo assim a ponte seria uma solução mais logística do que necessariamente urbana.
“Ela atende muito mais a um fluxo logístico do que urbano. Ele está conectado ao sistema Anchieta-Imigrantes. E não vem resolver um problema de mobilidade de quem trabalha em Santos e mora em Guarujá”, afirmou.
Jennyfer disse que muito se fala que as balsas em operação prejudicariam a atividade do porto, o que não seria verdade. “A balsa aguarda o momento em que não tem nenhuma embarcação de grande porte para atravessar. Então, a ponte não resolve esse problema. Isso traz fila na balsa. O problema da fila não é questão de manutenção. As balsas precisam esperar os navios atravessarem para passar pelo canal”, destacou.
A diretora defendeu um novo projeto de ligação seca por meio do túnel, com redução de custos. Segundo a diretora, o projeto anterior do túnel estava custado na casa dos R$ 3,2 bilhões, contra os R$ 2,9 bilhões do projeto da ponte. (Via: Exame)

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Deputados aprovam extinção da Dersa


A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou, na tarde desta terça-feira (10), a extinção da empresa Desenvolvimento Rodoviário S/A, a Dersa. O placar foi de 64 a 15, com duas abstenções. Segundo o texto aprovado pelos deputados estaduais, o governo de João Doria fica autorizado a realizar a dissolução, a liquidação e a extinção da empresa, que é responsável por desenvolver projetos de rodovias e outras infraestruturas em transporte.


A proposta de extinção foi apresentada após a empresa se tornar foco de denúncias de corrupção nos governos tucanos de São Paulo Só no ano passado, a empresa foi envolvida em ao menos quatro casos de corrupção.
Na justificativa para o projeto de lei, o governo Doria argumenta que a empresa perdeu parte das suas atribuições, que seriam absorvidas pela própria administração e pela terceirização de serviços, e têm prejuízo. "A companhia não mais realiza operações diretas de rodovias, que têm sido concedidas à iniciativa privada de acordo com os métodos de gestão pública mais modernos", diz o documento enviado à Alesp.
A estatal conta com um prejuízo acumulado de R$ 405,4 milhões, apesar de um lucro de R$ 29,3 milhões no ano passado (que resultou de alienação de imóveis), segundo ofício enviado por Doria à Assembleia.
O governo diz que as atividades de orçar, contratar e vistoriar obras de infraestrutura, hoje realizadas pela empresa, devem ser assumidas pela administração direta, "sem prejuízo à continuidade do serviço público".

Só deputados da oposição de manifestaram na sessão que discutiu a extinção da estatal, e argumentaram contra o fim da empresa. O deputado Teonilio Barba, líder da bancada do PT na Alesp, convidou deputados a se manifestarem no microfone a favor da medida proposta pelo governo, mas os parlamentares da situação não subiram na tribuna.
"[O projeto] não diz em nenhum momento ainda o que vai acontecer com o patrimônio. A Dersa tem uma patrimônio de cerca de R$ 2 bilhões", disse o deputado Teonilio Barba, líder da bancada do PT na Alesp. "É um cheque em branco na mão do governador João Doria".
A Dersa completa 50 anos de existência em 2019 - ela foi criada em 1969 para a construção da Rodovia dos Imigrantes e, desde então, já executou 16 grandes obras, como as rodovias Ayrton Senna e Bandeirantes. (Via: Alesp)


domingo, 8 de setembro de 2019

Aeroporto tem licitação suspensa por tempo indeterminado


A Prefeitura de Guarujá suspendeu por tempo indeterminado a concorrência pública internacional de concessão, construção e exploração do Aeroporto Civil Metropolitano. A decisão foi tomada perto da data de entrega dos envelopes com as propostas, marcada para às 9h30 de terça-feira (3).
A medida foi tomada pela Comissão Especial de Licitação, após análise jurídica de pedidos de impugnação ao edital feitos por empresas, e publicada na edição de sexta-feira (6) do Diário Oficial do Município.
Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Portuário, Alexandre Trombelli, a interrupção da concorrência, sob o número 005/2019, busca assegurar o processo enquanto se analisam pedidos apresentados por empresas que demonstraram interesse na licitação. Ele explica que houve três solicitações protocoladas de forma administrativa, uma das quais, também, no Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP). 
“Não estamos preocupados com a interrupção [da concorrência]. Ela foi tomada por cautela jurídica. O processo será retomado em breve, com expectativa que seja ainda neste mês”, afirma o prefeito Válter Suman (PSB). 
Em nota, a prefeitura reforça “que tal procedimento é usual e já era esperado num processo licitatório desta magnitude, que ocorre dentro dos padrões da legislação vigente, respeitando a transparência das decisões”.

Mais de cem
A suspensão do certame ocorreu quando havia o registro de 112 consultas ao edital por empresas e pessoas interessadas.
Nas últimas semanas, três visitas técnicas à Base Aérea foram realizadas por empresas do setor.
“Tão logo sejam feitas as análises técnicas e jurídicas, será dada continuidade ao certame”, continua o comunicado. 
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Portuário trabalhava com a hipótese de que as obras de adaptação da Base Aérea de Santos (em Vicente de Carvalho) começassem até 60 dias após a assinatura do contrato. Com isso, a expectativa era de que os primeiros voos ocorressem no próximo semestre.
A administração ainda não avaliou um novo cronograma para abertura do equipamento após a paralisação da concorrência.
Não é a primeira vez, na atual gestão, que se suspendem prazos para abertura do aeroporto. Em junho de 2017, a prefeitura cancelou o resultado da licitação para concessão do empreendimento. Uma pendência burocrática desclassificou o Consórcio Guarujá Airport, único interessado ema explorar o aeroporto. A atual concorrência foi aberta em junho passado.
Recusa
A prefeitura descartou uma ideia que havia sido apresentada no mês anterior pelo Governo do Estado, de aderir ao plano estadual de privatização de aeroportos regionais. Com a decisão, tomou para si as rédeas do processo de concessão e anunciou para a quarta-feira seguinte a abertura da concorrência pública que foi suspensa nesta sexta-feira.
Especialistas do setor aeroportuário calculavam que, se Guarujá tivesse aceitado a inclusão da Base Aérea no programa paulista, as operações do aeroporto local começariam dois anos além do esperado pelo Município – o 1° semestre de 2020.
O aeroporto 
Na primeira fase, as operações ocorrerão em uma área provisória na entrada da Base Aérea. São previstas a construção de um terminal de 700 metros e um píer para acesso marítimo com Santos.
A segunda etapa prevê a migração das estruturas provisórias para um lote de 55 mil metros.
No primeiro ano de atividade, a prefeitura estima uma movimentação de 80 mil pessoas. (Via: A Tribuna)


sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Aplicativo permite consultar horários dos ônibus em tempo real




Desde o início do mês, o transporte público coletivo de Guarujá, operado pela City Transporte Urbano, passa a contar com o CittaMobi - aplicativo de celular, que vai informar os horários e rotas dos ônibus em tempo real. O objetivo é que o usuário se dirija ao ponto de embarque sabendo o horário em que o ônibus irá passar, reduzindo o tempo de espera.

A ferramenta funciona com mapeamento, por meio de GPS, fornecendo as informações simultâneas e também em escala programada. Disponível atualmente em mais de 200 municípios brasileiros, o app também indica os pontos mais próximos do usuário, as linhas que passam por eles e a  distância  em que os ônibus estão do local.



Como Usar?
O aplicativo CittaMobi é gratuito e está disponível nas versões Android, pelo Google Play; e IOS, pelo App Store. Ao abrir o app, o passageiro precisa ativar a localização para ser posicionado no mapa de Guarujá. A partir daí, pode selecionar o ponto desejado ou, se preferir, pode fazer busca por linha ou endereço.

Para encontrar mais rápido as linhas de Guarujá é preciso digitar quatro dígitos, como por exemplo: 0001, 0003, 0015. Outro recurso é o itinerário da linha desenhado no mapa, que após o embarque, oferece uma estimativa do tempo previsto para chegar ao destino.

Para esclarecimentos e informações, a empresa disponibiliza dois canais de atendimento: SAC - 0800 04 20 460 (segunda a sábado, das 7 às 19 horas) e o site www.citymais.com.br.

domingo, 1 de setembro de 2019

Defesa Civil alerta sobre risco de chuvas intensas e ventos fortes nos próximos dias



A Defesa Civil do Estado de São Paulo emitiu no último sábado (31) alerta de tempestade para as cidades da Baixada Santista entre este domingo (1º) até a próxima quinta-feira (5). De acordo com o órgão, há previsão de chuvas intensas (entre 50 e 100 milímetros) e ventos fortes. 
O comunicado destaca risco de deslizamento de terra, desabamentos e alagamentos em diversas áreas. As chuvas podem chegar a 100 milímetros na Baixada Santista, Litoral Norte, Vale do Ribeira e Grande São Paulo.
O volume de chuva foi previsto por conta da passagem de uma frente fria, que também derrubou as temperaturas na tarde de o sábado (31). Foram registrados ainda ventos de 80 km/h na entrada do canal do Porto.